segunda-feira, 10 de junho de 2013





- Inércia é a propriedade que os objetos têm de opor resistência à aceleração.




Os conceitos de força e massa são utilizados diariamente por todos nós fora do ambiente científico. Neste artigo, veremos as definições de massa, inércia e força relacionadas às nossas tarefas diárias.
Todos nós, alguma vez, já experimentamos os efeitos da inércia
  Dentro de um ônibus, por exemplo, estamos nos deslocando com a mesma velocidade que ele. Sempre que o ônibus faz uma curva, arranca ou freia, ele sofre uma variação de velocidade, seja no módulo ou na direção. Quando isso ocorre, precisamos nos segurar para evitar a queda, pois a tendência do nosso corpo é manter a velocidade. É como se nosso corpo, de alguma forma, estivesse se opondo à mudança de velocidade. Entretanto, quando o ônibus viaja em linha reta, com velocidade constante, não é preciso fazer esforço para ficar parado dentro dele.


quinta-feira, 30 de maio de 2013

Reações Químicas!




As reações químicas são processos que transformam uma ou mais substâncias, chamados reagentes, em outras substâncias, chamadas produtos. Em uma linguagem mais acadêmica, dizemos que uma reação química promove mudança na estrutura da matéria.


          Reações de síntese ou adição!

As reações de síntese ou adição são aquelas onde substâncias se juntam formando uma única substância. Representando genericamente os reagentes por A e B, uma reação de síntese pode ser escrita como:

            

Veja alguns exemplos:

Fe + S = FeS
2H2 + O2 = 2H2O
H2O + CO2 = H2CO3

Reações de análise ou decomposição!

As reações de análise ou decomposição são o oposto das reações de síntese, ou seja, um reagente dá origem a produtos mais simples que ele. Escrevendo a reação genérica fica fácil entender o que acontece:



Não parece bastante simples? E é bastante simples. Veja nos exemplos:
2H2O = 2 H2 + O2
2H2O2 = 2H2O + O2


Reações de deslocamento!

As reações de deslocamento ou de simples-troca merecem um pouco mais de atenção do que as anteriores. Não que sejam complicadas, pois não são, mas por alguns pequenos detalhes. Em sua forma genérica ela pode ser escrita como:
                           

Vamos entender o que aconteceu: C trocou de lugar A. Simples assim, mas será que isso ocorre sempre? É intuitivo que não. Iamgine o seguinte: você entra em um baile e vê a pessoa com quem gostaria de dançar dançando com outra pessoa. Você vai até lá e tentará fazê-la mudar de par, ou seja, estará tentando deslocar o acompanhante indesejável e assumir seu lugar. Se você for mais forte que o "indesejável", basta dar-lhe um empurrão e assumir seu lugar mas, se ele for um brutamontes troglodita, possivelmente ele nem sentirá seu empurrão. Na reação de deslocamento o processo é idêntico: C vê B ligado a A, aproxima-se e, sendo mais forte, desloca A e assume a ligação com B. Caso C não seja mais forte que A nada acontece.

Basta então saber que é mais forte que quem:



Desta forma, temos:

2Na + 2H2O = 2NaOH + H2 (o sódio desloca o hidrogênio da água H-OH)
   Au + HCl = não reage (o ouro não consegue deslocar o hidrogênio)

             Reações de dupla-troca!

São também muito simples, mas devemos também ficar atento a detalhes. O mecanismo é fácil:

Certamente você já percebeu o que aconteceu: A trocou de lugar com C. A diferença desse tipo com as de deslocamento é que nem A nem C estavam sozinhos e, após a troca nenhum deles ficou sozinho.
Para entendermos como e quando uma reação deste tipo ocorre teremos que observar o seguinte:
  • A substância AB está em solução e, desta forma, o que temos na verdade são os íons A+ e B- separados uns dos outros. A substância CD também está em solução, portanto temos também os íons C+ e D- separados;
  • Quando juntamos as duas soluções estamos promovendo uma grande mistura entre os íons A+, B-, C+ e D-, formando uma grande "sopa de íons."

quarta-feira, 29 de maio de 2013


"Se fiz descobertas valiosas, foi mais por ter paciência do que qualquer outro talento."
                                                 (Isaac Newton)
                                                                    

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Curto Circuito! ( Esponja da aço)




 Procedimento:

Conecte as pilhas com os fios de cobre.
Ponha em contato os fios de cobre com a esponja
Depois de pouco tempo veremos faíscas, cuidado pra não pegar fogo.




Dúvida:

Por qual motivo isso acontece?

R= Isso acontece pois a corrente da pilha começa a apassar pelo bombril, e com isso acontece um aquecimento e como a esponja de aço é extremamente fina e o fato de ser um bom condutor de energia faz que ela pegue fogo rapidamente.



Conclusão!!

 Com os materiais e seguindo a risca o procedimento conseguimos realizar a experiencia com facilidade e perfeição. 





quarta-feira, 22 de maio de 2013



Foguetinho de palito de fósforo!

                        




                                   

                             Material necessário: 
  •  Palito de fósforo;
  • Papel alumínio;
  • Tesoura;                        

                                      Esquema: 

Corte as quatro "perninhas" do foguetinho com a tesoura;

Embrulhe a cabeça do fósforo com papel alumínio;
Coloque o "foguetinho" em pé, como mostra a imagem acima;
 Acenda com outro fósforo a cabeça do foguetinho que está embrulhada com papel alumínio;
Por último, veja seu "foguetinho" voando, hehe!
           



                                     Conclusão! 
O calor do fogo do fósforo utilizado para acender o foguete faz com que o fósforo que está enrolado dentro de papel e alumínio pegue fogo. Porém esta queima libera muito gás em um tempo curto, e como esse gás não tem por onde sair, faz muita pressão. Até que chega um certo ponto que o alumínio e o papel cedem um espaço, pequeno, e este gás sai. A pressão é tanta que quando ele sai, impulsiona o foguetinho para cima.